segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Google Analytics

Google Analytics é um serviço gratuito oferecido pela Google no qual, a partir de um código inserido em uma página HTML, é possível coletar dados e montar estatísticas de visitação. Foi criado principalmente como um auxilio aos webmasters para otimizar seus sites para campanhas de marketing e para o Google AdSense, direcionando seus conteúdos a quem realmente os visita ou é desejado.

O sistema foi modelado baseado no sistema de estatísticas Urchin, da Urchin Software Corporation, adquirida pela Google em abril de 2005. Ainda hoje o sistema Urchin original para instalação em computadores é vendido pela Google como um novo pacote.

A integração entre seu website e o Google Analytics é possível apenas ativando o serviço através de um código inserido no corpo HTML da página, adquirido através de uma habilitação do serviço na conta Google do webmaster.

O Analytics é capaz de identificar além da tradicional taxa de exibição e hit de uma página, localização geográfica do visitante, forma com a qual chegou na página (através de links de outros sites, buscador, AdSense ou diretamente pelo endereço), sistema operacional, navegador, navegador e sistema operacional combinados e suas versões, resolução de tela, javascript habilitado, reprodutor de flash instalado, entre outros, em períodos diários, semanais, mensais e anuais.

Embora muitas pessoas vejam o Google Analytics apenas como uma ferramenta de monitoramento de tráfego essa ferramenta na verdade funciona como uma poderosa ferramenta para tomada de decisões em negócios relacionados a Internet.

Outro recurso interessante e em constante evolução é o mapeador de página. Com ele, é possível verificar quais áreas de uma página HTML estão sendo mais acessadas. Ele executa uma exibição de tela da página e mostra com a informação de quantidades de cliques e percentuais de visitação cada link disponível nesta página.

É uma excelente ferramente e indispensável para a evolução de um site, portal ou aplicação web profissionais.

Se você é desenvolvedor e não conhece o serviço, acesse agora: www.google.com/analytics

sábado, 27 de novembro de 2010

Maps + Streetview

Você já usou o Google Maps?

Você já conhece o Streetview?

O Google Maps foi uma resposta direta às empresas que no início dos anos 2000 começaram a criar sistemas baseados em fotos captadas por satélites. Após o lançamento do Google Earth (resposta da Google aos softwares de NASA e Microsoft), a empresa foi mais longe.

Utilizando dados de GPS, foi possível inserir no Google Maps recursos como localizador e traçados de rotas, com direito a identificação de sentido de ruas e até algumas localidades que fariam parte do caminho traçado.

Como se isso não fosse suficiente, a Google mapeou dados e fotos da cidade de New York, afim de produzir uma sequência de imagens e informações a serem exibidas integradas com o Google Maps. A partir daí, era possível obter uma visão em primeira pessoa da localidade em que se estava no Maps.

Anos depois, este serviço foi expandido por todos os Estados Unidos, parte de Europa, Asia, Oceania, e chegou ao Brasil com mapeamentos de Rio de Janeiro e São Paulo.

Há muitas controvérsias sobre a questão de privacidade do serviço, mas é um recurso muito útil e novamente, muito bem bolado.

Android

Apesar de ser mais conhecido por causa do mecanismo de buscas, do Gmail e do AdSense, o Google investe bastante nas mais diversas áreas, de painéis solares a novos algoritmos de inteligência artificial. Em 2005 decidiram entrar também no ramo dos smartphones, adquirindo a Android Inc., uma pequena empresa de desenvolvimento de sistemas embarcados, dando origem aos boatos de que o Google estaria trabalhando no Nexus One, primeiro aparelho a portar este sistema operacional.



O Android é, sob diversos ângulos, um concorrente direto do iPhone. Enquanto a Apple optou por manter um controle estrito sob sua plataforma, impondo restrições aos desenvolvedores e controlando a distribuição dos aplicativos, o Google optou por seguir o caminho oposto, criando um sistema aberto e incentivando a criação de aplicativos para a plataforma, inclusive com prêmios em dinheiro.

Grande parte da estratégia em torno do Android é centrada no desenvolvimento de aplicativos por parte de outras empresas e programadores independentes. O Google entendeu que, assim como nos desktops, as plataformas de smartphones estão se consolidando e o mais importante passou a ser os aplicativos e não apenas o hardware ou as funções básicas do sistema. Tendo isso em mente, faz sentido que, sendo a última empresa a entrar no mercado, o Google seja quem está investindo mais pesado nessa frente, montando uma grande equipe de desenvolvimento, investindo em contatos com fabricantes e na divulgação do sistema e incentivando a participação externa.

Enquanto a Apple tenta restringir os desenvolvedores, com medo de que aplicativos ruins possam prejudicar a imagem da plataforma, o Google adotou uma atitude liberal, disponibilizando as ferramentas e deixando que a coisa flua naturalmente. Você mesmo pode baixar o SDK no http://code.google.com/android/download.html e começar a estudar o sistema.

Entra em cena, então, o Android Market, que faz o papel de canal de distribuição, assumindo a função que no mundo Apple pertence à AppStore. Ele serve como um repositório central de softwares para a plataforma, permitindo que eles sejam instalados rapidamente.

A principal diferença é que, no Android Market, os desenvolvedores podem publicar seus aplicativos diretamente, sem precisarem primeiro passar por um processo de aprovação. Essa desburocratização do processo tende a fazer com que ele conte com um maior volume de aplicativos a longo prazo. Nada impede, também, que os desenvolvedores disponibilizem seus aplicativos diretamente, fora do Android Market, o que inclusive possibilitou a criação de mercados paralelos ao oficial.

A grande diferença aos demais sistemas operacionais é a melhor utilização do sistema multitarefas e uma película e sistema de toque idênticos aos utilizados pela Apple. Além disso, a disponibilização de aplicativos independentes e a fácil utilização do Android Market fez com que muitos usuários adotassem o sistema. A integração com todos os sitemas web da Google, como o Gmail, Youtube, Buscador, dentre outros, também é um recurso agradável. Estes aplicativos tem um bom potencial, mesmo em aparelhos mais limitados. Não é difícil imaginar as mudanças que versões atualizadas destes aplicativos, combinadas com outros recursos oferecidos pelo Android, rodando sobre aparelhos atualizados e com conexões 3G podem trazer. O Google pode ganhar algum dinheiro com os aplicativos pagos do Android Market, mas, sem dúvidas, a grande aposta é com relação à publicidade.

Por fim, o Android é, entre as plataformas atuais, a que mais tem potencial para evoluir. Ele tem a seu favor a constatação histórica de que as plataformas abertas tendem a prevalecer a longo prazo, conforme a tecnologia se populariza, pressionando os preços para baixo. Entretanto, com a abertura do Symbian anunciada pela Nokia, o Android terá um páreo duro pela frente, já que enfrentará outro sistema aberto, que já está muito bem estabelecido. Quem tende a perder espaço na briga são os aparelhos mais simples, incluindo os feature phones baseados no S40, que perderão espaço rapidamente, conforme os smartphones baseados no Symbian e no Android crescerem em vendas.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Um pouco sobre o YouTube

História

Um dos maiores e mais importantes sites hoje em dia é o YouTube, um site que possibilita seus usuários assistir e postar vídeos sobre qualquer assunto. Com o passar do tempo ele passou de portal de vídeos para rede social, alcançando o sucesso em um pouco menos de 6 anos.

Apesar disso, o YouTube é uma ferramenta que não pára de crescer, está entre uma das mais utilizadas na geração Y mas é utilizada por qualquer geração. Vamos conhecer um pouco da história do YouTube.

- 2005

Ano que criação do YouTube. Chad Hurley, Jawed Karim e Steve Chen registram o domínio YouTube.com e iniciam a ideia de um projeto cuja finalidade era permitir que usuários postassem vídeos gratuitamente. O primeiro vídeo postado no YouTube foi “Me at the Zoo”, um pequeno vídeo de menos de 20 segundos, postado por um dos membros de criação do YouTube, Karim, para estimular a utilização do site. Era um vídeo caseiro, sem produção alguma, que colocava Karim em uma situação normal de um dia seu e de qualquer outra pessoa, uma visita ao zoológico. Isto despertou interesse em muitas empresas, sendo a Nike a primeira a aproveitar a ferramenta. Seu primeiro vídeo foi de Ronaldinho Gaucho brincando com uma bola e sambando. O vídeo atingiu várias visualizações e virou hit entre os usuários.

- 2006

O site já levava grande fama mundial e era visto como portal em maior potencial de crescimento.
Por volta de Setembro cai no site um vídeo da Daniella Cicarelli em cenas quentes com seu namorado e o vídeo vira febre no Brasil, atingindo recordes de visualização. A apresentadora foi à justiça, que bloqueou o site no Brasil. Depois de protestos e pressão popular o site foi rápida e novamente desbloqueado, mas o vídeo foi retirado dos servidores. O episódio forçou o YouTube a gerar medições de conteúdo, bloqueando ou liberando o que poderia ser postado.
Em Outubro, Google compra o site pelo valor de US$1,65 bilhão, sendo a maior compra já realizada de conteúdo de internet. A Google adiciona novos recursos ao site, como o início da integração entre suas contas de usuários e as do YouTube, e o site continua crescendo em grande escala.

- 2007

A versão brasileira do site é lançada, assim como em outros idiomas, totalizando 17 países. A integração entre contas do Google e do YouTube é finalizada. Em Julho o YouTube é palco de transmissões parcialmente ao vivo, ou seja, com atrasos de upload (não sendo consideradas ao vivo) como debates presidenciais e transmissões de esportes.

- 2008/2009

Anônimos viram famosos com vídeos de grande sucesso chamados popularmente de “virais”, como Susan Boyle e este vídeos quebram recordes de visualizações. São realizados diversos estudos e realizadas diversas reportagens sobre o portal. Uma delas fala sobre o faturamento do YouTube e prova que o site gasta mais do que fatura. Em 2009 os vídeos passam a ter informações de direitos autorais sobre imagens e sons. O YouTube finalmente passa a ter transmissões ao vivo.

- 2010

Lady Gaga atinge 1 bilhão de visualizações no YouTube, incluindo todos os vídeos postados da cantora, desde demonstrações de músicas e apresentações oficiais e não oficiais e passa a ser a artista de maior quantidade visualizações no mundo. Apesar de todo o sucesso, o portal R7 publicou no aniversário de cinco anos do YouTube que até hoje o site não deu lucro direto (com a utilização da ferramenta sem contar investimentos) para seus proprietários. Ainda neste ano é finalizada a implantação de vídeos em formato HD (alta definição), ou seja, com possibilidades de 720p e acima.

Curiosidades

- http://www.utube.com: é uma URL de uma empresa norte-americana que foi tão visitado em apenas uma hora que se sobrecarregou e saiu do ar. O motivo era o grande número de visitantes que não tinham certeza do modo correto que se escrevia YouTube.

- editor de vídeos on-line: em Junho de 2010 o YouTube lançou o editor de vídeos on-line onde seria possível realizar passagens entre cenas, trocas de trilhas de áudio, além de outras utilizações para edição.

- para a brincadeira do dia da mentira em 2008, todos os "Vídeos destacados" da página principal redirecionavam para o vídeo do Rick Astley, "Never Gonna Give You Up". Efetivamente rickrolling todos os que tentavam ver um vídeo destacado no site.

- o estudante de Ciência da Computação da Universidade de Stanford, Feross Aboukhadijeh, foi contratado em 2010 para a equipe do YouTube após desenvolver um projeto pessoal de busca de vídeos no site. Este projeto foi chamado de Instant Search e atualmente está on-line: http://ytinstant.com/

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Nova interface do Google AdSense: faça uma visita

Para ajudar você a saber mais sobre a nova interface do Google AdSense, criamos uma série de vídeos que destacam os diferentes recursos e benefícios disponíveis. Nas próximas semanas, postaremos novos vídeos no blog para garantir que você conheça o controle, a eficiência e as informações aprimoradas que estão ao alcance de suas mãos.

Hoje, convidamos você a visitar a nova interface do Google AdSense. Confira uma visão geral das melhorias feitas e dos novos recursos adicionados:

Google AdSense

AdSense é o serviço de publicidade oferecido pelo Google. Os donos de websites podem se inscrever no programa para exibir anúncios em texto, imagem e, mais recentemente, vídeo. A exibição dos anúncios é administrada pelo Google e gera lucro baseado ou na quantidade de cliques ou de visualizações. Um método baseado nas ações realizadas pelo usuário está em fase de testes.

Os anúncios são escolhidos de acordo com o conteúdo do site, a localização geográfica do usuário entre outros fatores, e acaba gerando um anúncio menos intrusivo que a maioria dos banners e de acordo com o conteúdo da página, o que o tornou um método popular para oferecer anúncios.

Os anunciantes se cadastram por meio do serviço AdWords.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A Busca de Imagens do Google

   A pesquisa por imagens foi incorporada em 2001 e, desde então, nenhuma grande mudança foi promovida na sessão. Em compensação, os números cresceram em uma velocidade considerável. No primeiro ano de funcionamento, o serviço contava com 250 milhões de imagens catalogadas – hoje já são mais de 10 bilhões. Em nove anos, um crescimento de 4000%.
   O que faz este buscador, como outros existentes, é rastrear e indexar milhares de imagens que estão associadas às páginas web, para logo oferece-las aos usuários.
   Quando alguém entra no buscador e introduz uma determinada palavra, esta aplicação lhe devolve aquelas imagens que têm tal termo associado, seja por ter o nome do arquivo, ou porque está relacionada com tal palavra nos conteúdos da página web. O que faz Google é analisar o texto na página adjacente à imagem, a imagem em si mesma e outros muitos fatores para deduzir o conteúdo da imagem.
   Este serviço dispõe da busca de imagens mais extensa da web, com milhões de imagens indexadas e disponíveis para ser vistas. Para utilizar esta busca de imagens, só tem que ir à página de busca avançada ou na url http://images.google.com e introduzir uma busca na caixa de busca de imagens, e logo clicar no botão de "Busca". Na página de resultados, simplesmente há que clicar na imagem pequena para poder ver a versão original, assim como a página web onde está localizada.
   A Google implantou um novo modelo de pesquisa de imagens agora, o usuário pode escolher o tamanho da imagem entre as opções: grande, médio, ícone, maior que, e exatamente, onde pode-se colocar o tamanho exato da imagem se está procurando. O usuário também pode escolher o tipo de imagem entre: qualquer tipo, rosto, foto, clip-art ou desenho linear. Ainda tem a opção de cores, onde trás uma palheta de cores.
   Nesse novo modelo, as imagens ficam todas dispostas na mesma página que se fez a pesquisa, não é preciso ir mudando lá embaixo o número da página para ir mais adiante, é só usar a barra de rolagem, alem disso agora as imagens não vem mais com informações para saber sobre a imagem é necessário clicar nela.